14/03/2011
É muito interessante a sensação que as diferenças de andamento dá quando experimentamos individualmente e com o grupo.
Quando estamos no meio do grupo e percebemos o grupo me faz lembrar da época que iniciei minhas experiências musicais em orquestra e o olhar que temos inicialmente e ele vai se abrindo conforme o tempo vai passando. Inicialmente é difícil sentir o grupo como um todo, sendo que o individual é mais forte do que o coletivo. É notório também o esforço do maestro em levar o grupo junto, apesar de eu achar que na maioria das vezes o maestro também não tem consciência do que realmente está acontecendo no grupo, inicialmente, e aos poucos tudo vai tomando corpo e todos os sons vão se tornando uma coisa só. Entretanto ele tenta levar o grupo como um só elemento e isso realmente é desgastante. Projetar o olhar. É difícil olhar no olho de outra pessoa. Inicialmente projetar o olhar é difícil. Imitar também é uma tarefa desafiadora, pois penso que ai existe uma certa exposição, e isso de certa forma intimida. Pra mim, o ponto mais culminante e mais emocionante da aula foi o espelho na roda, com a música A Morte do Cisne, da suíte Carnaval dos Animais, do compositor Saint-Saens.
21/03/2011
Pensando no elo que existe entre o movimento e a música, ou vice e versa, existe algo que é intrínseco os dois e ao próprio ser humano, que pulsa assim como o coração, como em uma orquestra trabalha em cooperação com os outros órgãos, tornando assim possível a vida.
28/03/2011
Interpretação de Jonh Lennon da Silva, no programa Se ela dança eu danço - Impressionante!!!
21/03/2011
Texto – O movimento que recria o mundo: um colóquio pedagógico- musical entre Laban e Koellreutter – Sonia Silva.
Pensando no elo que existe entre o movimento e a música, ou vice e versa, existe algo que é intrínseco os dois e ao próprio ser humano, que pulsa assim como o coração, como em uma orquestra trabalha em cooperação com os outros órgãos, tornando assim possível a vida.
A evolução do homem se da em 4 grandes divisões, segundo Koellreuter: mágico, pré racionalista, integralizador, onde podemos ver a passagem desses períodos através do desenvolvimento de uma criança.
Mágico: somente há consciência de 2 realidades: ele e a natureza, onde a música tem papel de preservar a vida. O ritmo é constante, não havendo diferença de dinâmica, pulsação.
Pré-racionalista (séc. VII – VI a.C)- inicia-se preocupação com o tempo e espaço. Na separação entre Deus e o homem, onde a música serve para fazer um elo de ligação entre os dois.
Racionalista (séc. XIV - XX a.C)- descoberta da perspectiva. Surge a harmonia e a melodia ganha seu grau de importância. As peças sã divididas em movimentos. Surgem frases musicais, as consonância, a dissonância. Há uma descoberta imensa em todas as áreas do conhecimento.
Consciência integradora: Séc. XX. Após a descoberta da física quântica a relação de tempo-espaço transformam-se. Há uma transcendência em todas as partes do conhecimento humano.
Na dança, a partir da segunda metade do século XX há uma preocupação muito grande em integralizar o ser humano em todos os aspectos tornando assim mais reforçado essa dicotomia artificial, mente e corpo.
Laban distribuiu em 4 fatores comuns a todo e qualquer movimento: fluência – espaço – tempo – peso.
Tempo: está diretamente ligado ao tempo interior de cada um.
Fluência: há distinção entre fluência livre da fluência controlada , onde a livre propicia movimentos para fora , e a controlada para dentro, sendo a tensão liberada ou contida, onde na controlada há a presença da marcação de pulso e na livre há a ametria.
Espaço: direções, extensões, caminho e velocidade (estica – dobra).
Peso: remete-se à intensidade da musculatura, energia, onde a preocupação com o timbre musical é fator determinante para um bom desenvolvimento do gesto musical
Gesto musical e gesto corporal: são movidos por energia mental, emocional, física. Ambos manipulam o tempo – Lento/Súbito/Sustentado/Curto/Longo.
Os parâmetros do som são assim trabalhados na busca de uma leitura significativa e expressiva da frase corporal.
Essa busca pela integralização dos dois conceitos corporal e musical nada mais é do que a busca pelo desejo de entender o ser humano como um só, com toda a sua complexidade. Num primeiro momento, a dissociação de vários elementos inerentes ele e o entendimento de cada aspecto individualmente tornou-se necessária.
Estamos caminhando para a integralização, para uma nova visão da vida, onde tudo se movimento em perfeita sincronia, sendo necessária essa busca para uma nova visão de mundo, unindo o concreto com o subjetivo; e assim caminhando para uma nova forma de ensinar, para um novo conceito de educação.
28/03/2011
Rudolf Laban – Coreografia - Dança estudo
No Brasil Laban é mais conhecido como teórico do movimento e educador. Mais recentemente, seu trabalho vem recebendo um olhar mais aprofundado sob a perspectiva da arte, da criação estética, da linguagem da dança e da comunicação não-verbal.
A bailarina, coreógrafa e educadora Maria Duschenes foi uma das introdutoras deste método no Brasil, tendo formado gerações de alunos que utilizam a referência de Laban em seus trabalhos de criação e em suas atividades de arte-educação.
Criar movimento foi uma tarefa difícil, porque estamos acostumados a cumprir as ordens dadas pelos professores. Imitar também foi interessante porque exigia percepção do inesperado, não dava pra prever o que o outro fazia. Isso dava uma sensação de impotência e de falta de controle sobre uma determinada situação que ainda estaria por vir, onde nossa atenção teria que estar 100% no gesto do outro. Improvisar. Não controlar. Não é o que aprendemos no erudito e a sensação do não controle é muito estranha, porém agradável. Mas incomoda e traduz as dificuldades da personalidade de cada um.
Ainda eu não tinha notado a importância das minhas articulações. Tudo vai tomando forma aos poucos... A brincadeira dos fiozinhos foi curiosa, pois além de pensar no movimento que eu estava fazendo... Também pensava como seria o movimento que o meu parceiro faria com a articulação que eu estava determinando. Quando se determinou a nova atividade, da composição coreográfica, a princípio eu observei o grupo com o qual eu ia participar e notei o medo da exposição e da evidência em todos eles, porque ninguém queria conduzir o grupo . Porém esperei que determinassem a titulo de observação. Quando ninguém quis, me ofereci. Aí então comecei a me observar e notei uma enorme dificuldade em não fazer o movimento que eu pensava que eles deviam fazer, sendo, às vezes, corrigida por eles. Foi divertido!!!
25/04/2011
02/05/2011
Reflexão: Qual é a forma que nosso corpo toma dentro do espaço e sua kinesfera?
16/05/2011
30/05/2011
Quando iniciamos a atividade de experimentar os andamentos andando, para mim o acelerado/ correr me dá uma sensação muito boa de como era bom correr nos meus tempos de criança. Parece que essa sensação se quebra nos andamentos menos acelerados. A sensação é a mesma quando “medimos força”, me faz lembrar a brincadeira “guerra de braço” .
06/06/2011
É engraçado como com os conceitos os movimentos se tornam mais claros... Quando penso em música e nos movimentos apresentados nas músicas que ouvimos me vem à mente muitos exemplos que já ouvi, toquei... E com relação a essa dinâmica não posso esquecer da dança, que para mim e meu corpo estão tão presentes. Os sons marcados e/ou leves, o contraste de dinâmicas súbito que já estiveram em minhas coreografias... Tudo vem à tona. Me vem à mente também o movimento do ser em si, dos alunos que já passaram, por mim, cada um com uma velocidade, rápido/lento no aprendizado e entendimento das matérias dadas... E se pensarmos mais a fundo tudo tem uma ação do esforço... Aí dá para ir bem mais além... O movimento do mar, dos pássaros enfim... É muito bacana e muito interessante ver esses conceitos, o que faz do aprendizado musical muito mais rico.
Rudolf Laban (1879-1958) nasceu em Austro-Hungria. Laban foi um bailarino, coreógrafo e teórico da dança / movimento. Um dos fundadores da Dança Moderna Europeia, Laban elevou o status da dança como uma forma de arte, e suas explorações na teoria e na prática da dança e do movimento transformou a natureza da bolsa de dança.
Na busca de uma maior precisão corpórea, Laban se utiliza de figuras geométricas para dar suporte à movimentaçao do ator-dançarino. Ele propõe a escala dimensional, respeitando a relação entre altura, largura e comprimento das figuras geométricas como o cubo, o tetraedro, o octaedro, o icosaedro e o dodecaedro. Dessa forma, ações dramáticas podem ser realizadas nas posições dos vértices dessas figuras, bem como em suas diagonais, de forma que o ator atua ampliando a sua kinesfera, buscando uma limpeza gestual e organicidade, assim, consequentemente ele também amplia seu espaço cênico A abordagem da dança sob uma perspectiva labaniana permite ao artista e ao leigo compreender, desconstruir e transformar a arte da dança em seus aspectos coreográficos, técnicos e de fruição.No Brasil Laban é mais conhecido como teórico do movimento e educador. Mais recentemente, seu trabalho vem recebendo um olhar mais aprofundado sob a perspectiva da arte, da criação estética, da linguagem da dança e da comunicação não-verbal.
A bailarina, coreógrafa e educadora Maria Duschenes foi uma das introdutoras deste método no Brasil, tendo formado gerações de alunos que utilizam a referência de Laban em seus trabalhos de criação e em suas atividades de arte-educação.
Criar movimento foi uma tarefa difícil, porque estamos acostumados a cumprir as ordens dadas pelos professores. Imitar também foi interessante porque exigia percepção do inesperado, não dava pra prever o que o outro fazia. Isso dava uma sensação de impotência e de falta de controle sobre uma determinada situação que ainda estaria por vir, onde nossa atenção teria que estar 100% no gesto do outro. Improvisar. Não controlar. Não é o que aprendemos no erudito e a sensação do não controle é muito estranha, porém agradável. Mas incomoda e traduz as dificuldades da personalidade de cada um.
É interessante notar as diferenças e torná-las claras com relação ao andamento e a intensidade dos movimentos. Eu nunca tinha notado com tanta clareza e exatidão a diferença desses movimentos. Olhá-los com uma nova ótica.
04/04/11
11/04/2011
Atividades dadas na aula:
-Deslocamento em grupo (cardume)
-Visualização dos espaços internos, o contorno do corpo em relação ao espaço, tamanho do corpo em relação ao espaço.
- Arredoma sonoro- preenchendo com som o espaço que circunda o próprio corpo.
-Exercícios em grupo em 5 – emitir um som no centro da roda, a roda vai ser abrindo e o som vai se espalhando.
-Dança – p,m,g –um dos integrantes vai ao centro da roda e ocupa o espaço delimitado pelo grupo.
-Ouvinte/ Narrador – um contava a história enquanto o outro ouvia.
-Visualização dos espaços internos, o contorno do corpo em relação ao espaço, tamanho do corpo em relação ao espaço.
- Arredoma sonoro- preenchendo com som o espaço que circunda o próprio corpo.
-Exercícios em grupo em 5 – emitir um som no centro da roda, a roda vai ser abrindo e o som vai se espalhando.
-Dança – p,m,g –um dos integrantes vai ao centro da roda e ocupa o espaço delimitado pelo grupo.
-Ouvinte/ Narrador – um contava a história enquanto o outro ouvia.
Essa aula foi interessante, porque foi dada a explicação do olhar sobre o movimento, o que nem sempre damos a atenção devida.
Quando fizemos a composição coreográfica, na minha condição de regente, senti dificuldade em “reger pelo olhar” e pelo fiozinho onde na maioria das vezes, sem perceber, meu corpo fazia o mesmo movimento que eu tinha pensado sendo corrigida pelos meus colegas. Era inconsciente. Foi divertido e a posição de regente deu um certo sabor de onipotência. Consciente, é uma sensação ruim em não pensar se o grupo vai conseguir fazer ou não o exercício. Inconscientemente, é uma sensação prazerosa.
Quando fizemos a composição coreográfica, na minha condição de regente, senti dificuldade em “reger pelo olhar” e pelo fiozinho onde na maioria das vezes, sem perceber, meu corpo fazia o mesmo movimento que eu tinha pensado sendo corrigida pelos meus colegas. Era inconsciente. Foi divertido e a posição de regente deu um certo sabor de onipotência. Consciente, é uma sensação ruim em não pensar se o grupo vai conseguir fazer ou não o exercício. Inconscientemente, é uma sensação prazerosa.
- Qual é a contribuição disso tudo em sua atuação no campo musical?
No meu caso, onde ensino pessoas tocarem violino, e frequentemente monto pequenos grupos, esses exercícios vão me ajudar a comandar o som com mais exatidão e me fazer ser entendida com mais clareza. Vai ser mais fácil ensinar a abrir o campo de visão para entender o que os outros estão tocando e o que está acontecendo no geral.
25/04/2011
É incrível como não conhecemos o próprio corpo, que habitamos desde que nascemos. As articulações, as possibilidades de movimentos, tudo parece ser novo a partir do momento que a gente toma consciência. E quando isso acontece, jamais é esquecido, tanto a sensação quanto a teoria.
Com relação a imitar como os outros sentam, foi estranho, desconfortável.
A composição coreográfica foi divertida, e muito interessante também. Eu nunca imaginei estar fazendo exercícios como esses dados dentro da sala de aula, exercícios tão simples e que nos dão uma tomada de consciência tão grande. Está começando a interferir no meu trabalho como educadora musical, onde me faz pensar em direcionamentos, o que não passava pela pauta de meus planejamentos até então.
02/05/2011
Fonte: http://maiseducacaomusical.wordpress.com
Todas as vezes que iniciamos um exercício sobre o olhar, a sensação é diferente, porém em minha mente vem duas lembranças: da época em que eu estava na escola pública e da época que eu tocava na orquestra. Nas duas situações era cobrado o olhar, o direcionamento da atenção.
Quando o professor está na frente de um grupo ele tem a postura muito semelhante com a do maestro. Levar um grupo a um determinado resultado, seja ele uma “elevação cultura” ou a reprodução de uma música qualquer, em ambos os casos o desgaste é certo. Porém, quando nos é incitado a consciência de um direcionamento creio que o trabalho coletivo tem um resultado mais rápido, porque todos participam. E então fica mais leve.
O olhar múltifocado me faz lembrar as crianças que tem dificuldade de concentração, e é muito cansativo, são muitas informações registradas pelo cérebro, e muitas não são compreendidas pelos educadores, que por sua vez não tem preparo necessário para enfrentar situações como essa.
09/05/2011
Exploração dos movimentos em planos alto, médio, baixo. É engraçado e interessante fazer esse tipo de movimento... é divertido esse tipo de exploração...
Reflexão: Qual é a forma que nosso corpo toma dentro do espaço e sua kinesfera?
Fonte: http://maiseducacaomusical.wordpress.com/category/3-musica-e-expressao-pelo-movimento/page/2/
16/05/2011
Continuação do assunto dado na aula da semana passada...
Fonte: http://maiseducacaomusical.wordpress.com/category/3-musica-e-expressao-pelo-movimento/page/2/
23/05/2011
-Peso – força/energia.
23/05/2011
-Peso – força/energia.
-Leve, fraco, Firme, forte.
-Dinâmica/Peso/Tempo/Espaço/Fluência.
É diferente o olhar para tudo o que existe: as pessoas, as coisas, meu corpo, meus braços...
Pensando nas propriedades da dança corpo/espaço... Tudo parece que tem mais importância e toma um lugar dentro do todo maior do que eu havia visto e (me) sentido. Quando eu montava as minhas coreografias de dança não pensava em tudo isso, eu ia montando as sequências de acordo com a música, e agora , lembrando de como eu me sentia, parece que tudo se torna maior do que era.
30/05/2011
Quando iniciamos a atividade de experimentar os andamentos andando, para mim o acelerado/ correr me dá uma sensação muito boa de como era bom correr nos meus tempos de criança. Parece que essa sensação se quebra nos andamentos menos acelerados. A sensação é a mesma quando “medimos força”, me faz lembrar a brincadeira “guerra de braço” .
06/06/2011
Ações do esforço
Leve – Lento- Indireto: flutuar
Leve – Lento – Direto: deslizar
Leve – Rápido – Indireto: pontuar
Leve – Rápido – Direto : chacoalhar/ brilhar
Firme – Rápido – Indireto: chicotear
Firme - Rápido - Direto: socar
Firme - Lento – Indireto: torcer
Firme – Lento – Direto : pressionar
13/06/2011
Escutamos a música levada pelos alunos e fizemos conexão som / movimento.
Escutamos a música levada pelos alunos e fizemos conexão som / movimento.
Todos nós temos tendências.
As minhas e a da maioria: movimentos leves, lentos.
Hoje vejo com outro olhar os movimentos nas músicas apresentadas. Achei bem interessante os outros estilos musicais que eu não conhecia.É muito bom ver a transformação que essa disciplina trouxe para todos nós, e o maior legado são as sensações e lembranças que levaremos em outro nível de consciência. Isso se multiplicará dentro de nossas salas de aula, pois começamos a transformar o mundo a partir da transformação que acontece dentro de nós.
31/12/2011
Ouvir música faz o cérebro inteiro se iluminar
Poder ativador da música
Cientistas da Finlândia descobriram uma nova técnica inovadora que permite estudar como o cérebro processa diferentes aspectos da música.
Em uma situação realística de "curtir a música predileta", a técnica analisa a percepção do ritmo, tonalidade e do timbre, que os pesquisadores chamam de "cor dos sons".
O estudo é inovador porque ele revelou pela primeira vez como grandes áreas do cérebro, incluindo as redes neurais responsáveis pelas ações motoras, emoções e criatividade, são ativadas quando se ouve música.
Cérebro iluminado
Os efeitos da música sobre as pessoas sempre foram mais assunto de poetas e filósofos do que de fisiologistas e neurologistas.
Mas os exames de ressonância magnética permitem gerar filmes que mostram como os neurônios "disparam", literalmente iluminando cada área do cérebro nas imagens produzidas na tela do computador.
Para estudar os efeitos de cada elemento musical sobre o cérebro, o Dr. Vinoo Alluri e seus colegas da Universidade de Jyvaskyla escolheram um tango argentino.
A seguir, usando sofisticados algoritmos de computador, eles analisaram a relação das variações rítmicas, tonais e timbrais do tango com as "luzes" produzidas no cérebro.
Emoção na música
A comparação revelou algumas coisas muito interessantes, mostrando que a música ativa muito mais áreas do que aquelas relacionadas à audição.
Por exemplo, o processamento dos pulsos musicais aciona também áreas do cérebro responsáveis pelo movimento, o que dá suporte à ideia de que música e movimento estão intimamente relacionados.
As áreas límbicas do cérebro, associadas às emoções, estão também envolvidas no processamento do ritmo e da tonalidade.
Já o processamento do timbre depende de ativações da chamada rede de modo padrão, associada com a criatividade e com a imaginação.
Além do interesse científico, estas informações são valiosas para compositores, que poderão "mexer" em suas melodias dependendo da emoção que querem transmitir com suas músicas.
Fonte:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=ouvir-musica-faz-cerebro-inteiro-se-iluminar&id=7233
Bem, essa certeza de que a musica interage e ajuda no desenvolvimento dos movimentos corporais Rudolf Laban e Jacques Dalcroze já desenvolviam em suas pesquisas e aplicações. A diferença, no meu entendimento, é a imagem, pois intuitivamente essa prática já era efetuada desde a primeira metade do século XX.



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