quarta-feira, 13 de junho de 2012

Didática da Prática Instrumental (Orff)


Carl Orff

Carl Orff, 1968, foto: Klaus Redenbacher
Carl Orff, igualmente em casa, como compositor e homem de teatro, humanista e pedagogo, alcançou fama mundial com seu »Carmina Burana".
A variedade de suas obras para o estágio em que ele combinou a inspiração de peças dos mistérios medievais, contos folclóricos de suas raízes bávaras, contos de fadas de todo o mundo e tragédia grega dá testemunho do poder criativo de uma das personalidades mais marcantes artísticas do século 20.
A Orff-Schulwerk, um conceito educacional para a educação elementar em música e movimento que tem sido disseminada em todo o mundo em mais de trinta países, teve um impacto significativo sobre a educação musical para crianças ao redor do mundo por mais de cinqüenta anos.


Carl Orff Schulwerk - educação elementar em música e dança

por Michael Kugler

A primeira versão do OSW, intitulado> Elementare Musikübung <[elementares exercícios musicais], foi publicado entre 1932 e 1935 após uma fase de workshop na Escola Günther de ginástica e dança. A série não é continuado como a natureza externa de sua música e com o princípio da improvisação está em oposição com as especificações ideológicas do período nazista.

 Após uma série de radiodifusão para as escolas com início em 1948, a segunda publicação> Musik für Kinder <[Música para Crianças] aparece. O nacional rápida e resultados internacionais de distribuição em uma recepção intercultural e aceitação do Schulwerk que continua ainda hoje. Ambas as publicações Schulwerk baseiam-se em conceito artístico e antropologicamente inspirados Orff de> <música elementar, que é quase desenvolvido através de canais educativos.

O núcleo educacional do conceito <> Orff-Schulwerk é formada pela atividade artística individual dentro dos elementos da linguagem, música e movimento para as quais as publicações meramente fornecer modelos. Problemas podem surgir com o Schulwerk Orff deve ser jogado esses modelos sem levar os aspectos da improvisação e movimento em consideração. 

Por isso, é vital que a formação inicial e contínua de professores é direcionado para a prestação dos requisitos para o trabalho criativo e um repertório metódica.

Fonte: http://www.orff.de/en.html








21/05/2012

Nessa aula, iniciamos andando na sala, aproveitando o espaço, andando para frente, para trás, para um lado, para o outro, sendo levados pelas partes do nosso corpo, rápido, lento, apressado.
Depois a professora começou a nos "iniciar" na metodologia, onde fizemos uma roda e,  pegamos as baquetas, aprendemos como segurar nas baquetas, ela passou para nós exercícios de ritmos, que confesso, tive dificuldade de realizar...
A concentração foi de extrema importância para que o exercício pudesse ser realizado. Não só eu, mas outras pessoas do grupo tiveram dificuldade também...
Depois, fizemos exercícios nos instrumentos, primeiro, realizando o ritmo dado, cantando, depois andando e solfejando com as mãos e o pulso nos pés, e depois invertemos.
Foi muito bom....

28/05/2012

Iniciamos a aula andando, depois dançando uma música dada, com coreografia pré-determinada aos pares. 
Foi muito divertido. Depois improvisamos e cada um que improvisava, os outros imitavam. Isso rendeu boas risadas e, impressionante, como foi difícil para algumas pessoas da turma ir à frente realizar o improviso. Notei que não há muita diferença entre alunos novos ou professores, não tem jeito: a diferença está na personalidade, e, mesmo assim, a exposição cria um medo, algo que vêm lá do fundo, da possibilidade do erro, da aprovação e auto-aprovação. É incrível como na essência somos todos muito parecidos, independente da profissão que escolhemos. 

Fizemos alguns exercícios de improvisação nos instrumentos. Foi bom, e é engraçado como quando encontramos instrumentos que nunca tínhamos visto ou tocado antes parecemos criança...queremos todos explorar todas as suas propriedades... e todos juntos, é difícil de controlar e... manter a ordem na sala!!! 

Ter feito faculdade foi bom, porém, para mim, estar fazendo a pós-graduação, sob nova ótica está sendo maravilhoso... 

04/06/2012

Nessa aula assistimos uma parte de um documentário sobre a vida de Carl Orff. Muito interessante, por sinal, uma vez que fiquei surpresa, pois não tinha idéia de como era essa metodologia, uma vez que sempre quando pensamos em Orff, logo vem a imagem dos xilofones e metalofones. Essa questão com o corpo é mito interessante, assim como encontramos relação com outros pedagogos. Ele foi uma pessoa difícil de conviver, segundo relatos das ex-esposas e filha. Porém é curioso como uma pessoa tão contraditória pode ser tão incrível e ter feito tantas coisas boas e ter tido tão bom relacionamento com as crianças... Como o ser humano é imprevisível e maravilhoso!!!

Depois fizemos uma vivência de temas que estavam escritos na partitura e improvisação. 

Logo após, a parte mais divertida da aula foi o rock!!! foi muito gostoso improvisar sobre um tema tão conhecido e, no final já estavam dançando e tocando... a energia estava rolando solta!!!! Valeu!!!




segunda-feira, 16 de abril de 2012

Didática da Prática Instrumental Flauta Doce

Texto: Iniciação à La flauta Dulce – Judith Akosenk e Mario Awidela
Técnica de Execução – Nesse texto dá-se a importância para o relaxamento muscular, a postura correta e a destreza dos dedos. Os cuidados com o instrumento também é levado em questão, sendo que qualquer um desses fatores, se não forem devidamente observados, prejudicam a execução do mesmo.
Em seguida, numa reportagem de Flávia Mantovani, são levantados os benefícios e malefícios do estudo dos instrumentos de sopro, uma vez que para alguns distúrbios de arcada dentária e musculares é altamente recomendado o estudo dos mesmos. No entanto, deve-se ser criterioso, sempre com acompanhamento de um profissional habilitado, fazer a avaliação se realmente o estudo do instrumento musical vai ser a solução ou não para o problema que está sendo apresentado.
Logo após, temos o texto “La Flauta Dulce” – Musica para niños, onde é ressaltado a importância do aprendizado na idade em que ela está sendo alfabetizada (7 anos), pois trabalha-se a respiração, a leitura simultânea e a improvisação, sendo indicada também por ter uma tessitura curta (2 oitavas) e estar mais ou menos na mesma tessitura que a voz das crianças dessa idade.

Texto: Jogos de Improvisação – Musica na Educação infantil – Teca de Alencar de Brito
A improvisação, discutida e analisada nesse texto expõe a importância dessa prática, que desde bebês, experimentamos sons, dialogamos com os adultos sem a necessidade de palavras, e, sendo utilizada no estágio da educação infantil desenvolve a imaginação, a parte sensório-motora da criança, pois é algo que é intrínseco ao ser humano.
Eu, como musicista erudita, tenho, particularmente uma grande dificuldade enorme com a prática da improvisação, devido ao estudo da partitura desde o início da minha vida musical. Pensando de forma simplificada, vejo que não é um “bicho de sete cabeças”, e que é mais natural do que imaginava. É muito bom ter descoberto isso...

Texto: Pesquisa de sons – Koellreutter Educador -Teca de Alencar de Brito
A improvisação, agora é estudada no que tange aos materiais a serem utilizados e a forma de utilização de sons não convencionais, tanto da voz quanto da flauta e instrumentos de corda.  A improvisação deve ser organizada, sendo a ordem determinada pelo professor. O tempo também é pré-determinado, pois não é “vale tudismo”. As questões de timbre e dinâmica são estudadas e combinadas, bem como as articulações a serem realizadas.

Texto: O registro/ a notação musical
Nesse texto, é enfatizado a importância do fazer musical, uma vez que o intérprete é co-autor da musica, não devendo ser dependente da musica escrita.
Os sinais gráficos devem ser resultado de uma necessidade surgida e não o princípio da educação musical. A criança, desde pequena intuitivamente consegue reproduzir o som curto, longo, e mesmo sem escrever, mensura o som.
Sinais que são mais semelhantes com o sinal tradicional devem ser elogiados de modo a incentivar o aluno a seguir de forma lúdica, à notação musical.
Texto: A Flauta doce no ensino de música nas escolas: análise e reflexões sobre uma experiência em construção – Jusamara Souza, Liane Hentschke e Viviane Beineke

A flauta doce, instrumento bastante utilizado no ensino de educação musical coletivo diferencia-se dos demais por agregar em seu ensino uma abordagem mais ampla, incluindo o canto, improvisação e apreciação musical, valorizando a expressividade de cada obra.
Apesar de conhecer a eficácia do método, está sendo estudado a possibilidade de incluir no currículo de Educação Musical da rede escolar o estudo desse instrumento, assim como a técnica e procedimentos a serem aplicados no ensino do mesmo. Cogita-se a viabilidade da utilização em conjunto da Teoria de Desenvolvimento Musical e do modelo TECLA de ensino, de Swanwick, apesar de apenas poder ser feita uma adaptação desses métodos, pois deve ser feito com critérios bem específicos ao estudo da flauta doce.
Foi feita uma pesquisa em duas escolas particulares de Porto Alegre a partir da pesquisa – ação, durante o período do ano letivo de 1996, onde a cada semana era feito um relatório detalhado das atividades propostas.
Foi observado que o resultado teria sido de melhor qualidade se os grupos fossem menores. Quanto à leitura, houve uma certa resistência do grupo com relação ao aprendizado da leitura convencional. Foi ensinado duas notas simultaneamente, e observou-se que o resultado teria sido melhor se tivesse sido ensinado uma nota por vez. Todas as atividades eram discutidas no início da aula por todos, o que facilitou o processo. A princípio eram utilizadas músicas com instrumentações diversas, somente depois sendo utilizada a flauta doce a duas ou mais vozes.
A partir dessa pesquisa, a flauta doce foi aprovada por suas características e possibilidades que contribuem no ensino da Educação Musical, objeto no qual jamais deixará de ser de observado e pesquisado, uma vez que estamos em constante aprendizado.

Aula 1 – 12/03/2012


Escuta musical – identificação de sons
Sons dos copinhos


Coordenação motora
Brincadeiras com nomes e percussão corporal; parlendas viva o rabo do tatu; lé com lé, cré com cré


Concentração –
Colhendo flores, brincadeiras com nomes e percussão corporal; sons dos copinhos;
parlendas viva o rabo do tatu; lé com lé, cré com crê, história coletiva


Sonorização de histórias
História do cavalo; criação de historia coletiva


Rítmica
Brincadeiras com nomes e percussão corporal; parlendas viva o rabo do tatu; lé com lé, cré com cré


Brincadeira de Roda
Parlendas viva o rabo do tatu; lé com lé, cré com cré


Técnica de flauta doce (respiração, digitação)
Colhendo flores


Improvisação
História do cavalo; brincadeira com copos; brincadeiras com nomes e percussão corporal; parlendas viva o rabo do tatu; lé com lé, cré com crê; criação de historia coletiva


Exploração de timbres
Brincadeira com copos; história do cavalo; criação de historia coletiva

Aula 2 – 19/03/2012


Escuta musical – identificação de sons- Parâmetros do som (altura, duração, intensidade e timbre)
Atividade com flauta de embalo
Exploração com a flauta desmontada e com a cabeça da flauta (agudo/grave)
Cantiga de roda Bambu tirabu
Acompanhar o comprimento do som de acordo com o comprimento das fitas, tampinhas e pauzinhos, subindo e descendo


Coordenação motora
Cantiga de roda Bambu tirabu


Concentração –
Acompanhar o comprimento do som de acordo com o comprimento das fitas, tampinhas e pauzinhos subindo e descendo


Rítmica
Acompanhar o comprimento do som de acordo com o comprimento das fitas, tampinhas e pauzinhos


Brincadeira de Roda
Cantiga de roda Bambu tirabu


Técnica de flauta doce (respiração, digitação)
Acompanhar o comprimento do som de acordo com o comprimento das fitas, tampinhas e pauzinhos
Acompanhamento de musica com tutti e solista utilizando a nota Si
Improvisação utilizando as notas La e Si


Improvisação
Acompanhamento de musica com tutti e solista utilizando a nota Si
Improvisação utilizando as notas La e Si


Exploração de timbres
Exploração com a flauta desmontada e com a cabeça da flauta (agudo/grave)

Aula 3 – 26/03/2012


Escuta musical – identificação de sons- Parâmetros do som (altura, duração, intensidade e timbre)
Cantiga Quem nadou na beira d’agua ó piaba
Musica Dois por dez


Coordenação motora
Cantiga Quem nadou na beira d’agua ó piaba, Uatatá, Tubarão


Concentração –
Relaxamento Novo Ovo Novo
Cânone de respiração
Musicas: Sombra, Vendemos Pão (2 por 10), Bem te vi, Chuvinha cai, Serra serra, Bambalalão com a Lua Luar
Vendemos Pão ( 2 por 10),
Pisão o pé do amigo
Cantiga “Quem nadou na beira d’agua ó piaba”
Musica Tubarão, Uatatá


Sonorização de histórias
Musica Sombra


Rítmica
Musica Dois por dez, Uatatá, Quem nadou na beira d’agua ó piaba


Brincadeira de Roda
Pisão o pé do amigo
Cantiga “Quem nadou na beira d’agua ó piaba”
Musica Tubarão, Uatatá


Técnica de flauta doce (respiração, digitação)
Relaxamento Novo Ovo Novo
Cânone de respiração
Musicas: Sombra, Vendemos Pão ( 2 por 10), Bem te vi, Chuvinha cai, Serra serra, Bambalalão com a Lua Luar , Quem nadou na beira d’agua ó piaba


Improvisação
Jogos de improvisação
Quem nadou na beira d’agua ó piaba

Aula 4 – 02/04/2012


Escuta musical – identificação de sons- Parâmetros do som (altura, duração, intensidade e timbre)
Roda de sereia
Musicas: Vendemos Pão (2 por 10), Bem te vi, Chuvinha cai, Serra serra, Bambalalão com a Lua Luar
Sonorizando várias histórias de livros


Exploração de Timbres
Sonorizando várias histórias


Coordenação motora
Roda de sereia
Serra serra


Concentração –
Tocando algumas musicas e cada um toca um trecho sem perder a sequência da musica
Musicas: Vendemos Pão (2 por 10), Bem te vi, Chuvinha cai, Serra serra, Bambalalão com a Lua Luar, Trem de ferro


Sonorização de histórias
Sonorizando várias histórias de livros


Rítmica
Musicas: Vendemos Pão (2 por 10), Bem te vi, Chuvinha cai, Serra serra, Bambalalão com a Lua Luar, Trem de ferro


Brincadeira de Roda
Roda de sereia


Técnica de flauta doce (respiração, digitação)
Respiração com a língua de sogra
Musicas: Bem te vi, Serra serra, Vendemos Pão ( 2 por 10) Bambalalão com a Lua Luar, Trem de ferro


Improvisação
Musica Bem-te-vi com improviso individual
Sonorizando várias histórias de livros

Aula 5 – 09/04/2012


Escuta musical – identificação de sons- Parâmetros do som (altura, duração, intensidade e timbre)
Trabalhando com o som dos palitinhos ( hachi)
Sonorizando a história da coruja


Exploração de Timbres
Brincando com o som do papel,
Sonorizando a história da coruja


Coordenação motora
Musicas: Chuva miúda, melodia Russa, melodia Chinesa, A Coruja,  Canto do Povo em algum lugar, Eu morava na areia, sereia, Peixe que nadou , ó piaba.


Concentração –
Sonorizando a história da coruja
A história da coruja e dos anões
Musicas: Chuva miúda, melodia Russa, melodia Chinesa, A Coruja, Canto do Povo em algum lugar, Eu morava na areia, sereia, Peixe que nadou , ó piaba.


Sonorização de histórias
Sonorizando a história da coruja


Rítmica
Trabalhando com o som dos palitinhos (hachi)


Brincadeira de Roda
A história da coruja e dos anões


Técnica de flauta doce (respiração, digitação)
Musicas: Chuva miúda, melodia Russa, melodia Chinesa, A Coruja, Canto do Povo em algum lugar, Eu morava na areia, sereia, Peixe que nadou, ó piaba, Duas cirandas, catira do passarinho.


Improvisação
Brincando com o som do papel,
Sonorizando a história da coruja

Aula 6 – 16/04/2012


Escuta musical – identificação de sons- Parâmetros do som (altura, duração, intensidade e timbre)
Brincadeira com tecidos
Brincadeira Tô caindo no fulô
Cantando e dançando Tô fazendo uma farinhada, No balanço da peneira
Quem não pode com mandinga
Revisão de algumas musicas já trabalhadas anteriormente, Blues do mosquito, Caranguejinho

Exploração de Timbres
Quem não pode com mandinga
Revisão de algumas musicas já trabalhadas anteriormente, Blues do mosquito, Caranguejinho

Coordenação motora
Brincadeira Tô caindo no fulô
Cantando e dançando Tô fazendo uma farinhada, No balanço da peneira
Quem não pode com mandinga
Revisão de algumas musicas já trabalhadas anteriormente, Blues do mosquito, Caranguejinho

Concentração –
Brincadeira com tecidos
Brincadeira Tô caindo no fulô
Cantando e dançando Tô fazendo uma farinhada, No balanço da peneira
Quem não pode com mandinga
Revisão de algumas musicas já trabalhadas anteriormente, Blues do mosquito, Caranguejinho

Rítmica
Brincadeira com tecidos
Quem não pode com mandinga
Revisão de algumas musicas já trabalhadas anteriormente, Blues do mosquito, Caranguejinho

Brincadeira de Roda
Brincadeira com tecidos
Musica La Morenada
Brincadeira Tô caindo no fulô

Técnica de flauta doce (respiração, digitação)
Revisão de algumas musicas já trabalhadas anteriormente, Blues do mosquito, Caranguejinho

Improvisação
Brincadeira Tô caindo no fulô

Considerações finais:




Para mim, apesar de todos os contratempos ocorridos no curso, foi a realização daquilo que almejava há mais de 15 anos: aprender um pouco sobre flauta doce.
Apesar de não ser o instrumento que eu trabalho atualmente, sentia que faltava uma lacuna no meu aprendizado, que foi preenchida.
Gostei muito das aulas, e alguns dos exercícios propostos eu estou colocando em prática no meu dia-a-dia, uma vez que também trabalho com crianças, embora seja mais específico do que musicalização infantil.

Video - Clássicos em Cena: Trio Sospirare
            Come Again – Jonh Dowland


Assistindo esse vídeo eu tive uma surpresa. Eu sinceramente não imaginava que a musica medieval/ renascentista ainda estava viva e que poderia ser tocada pela flauta doce, e só flauta doce como acompanhamento musical.
Quando vi o alaúde então, fiquei mais surpresa ainda, pois achei que os grupos de música antiga só existiam na Europa. É mais acessível do que imaginava... Fiquei mais feliz ainda por saber que conheço a flautista e que tive aula com ela.
A sonoridade é diferente, é mais limpa e clara e nos remete ao passado, realmente. E dá pra tocar peças difíceis, pois para mim o repertório era somente o de cantigas e não, é bem mais abrangente do que eu imaginava...








domingo, 15 de abril de 2012

Pesquisa sonora e improvisação

02/04/2012


Nessa aula foi pesquisado a improvisação com tambor sem e com métrica definida. Foi explorado também timbres possíveis tirados de papelão e jornal.
É muito bom ver que com criatividade a gente pode desenvolver diversas maneiras de explorar o som, e esse som pode vir de materiais simples e até de materiais recicláveis...o que tem tudo a ver com o momento que estamos vivendo, e tem tudo a ver comigo, pois nessa onda de proteger o meio ambiente, apoio essa prática.



09/04/2012

Foi muito divertido... lemos uma história e depois improvisamos sobre uma determinada história escolhida. Eu nunca me imaginei fazendo isso e... foi muito bom. 
Depois a professora passou um vídeo de animação da Pixar onde improvisamos sobre a imagem que assistimos. Vou praticar mais. É estranho ver a imagem sem som...mas foi muito interessante, pois nos posicionamos  exatamente como os personagens estavam posicionados no desenho e isso foi bem legal... até mais divertido que ouvir o desenho com som. Acho que nós, da turma, quando fazemos nossos saraus deveríamos escolher um vídeo qualquer e sonorizar. Foi muito engraçado. Esse curso está me fazendo descobrir que improvisar é simples, e está me fazendo mudar a forma de ver a música e sua prática e estou muito feliz por isso... Sem falar na turma que não poderia ser melhor!!!




Pixar s Short Film for the Birds


16/04/2012


Nessa aula foi feito exploração com o solo e ostinato com diversas formações, onde tivemos até o som de um cello!!! O Isaac levou seu trompete, o Teco levou seu baixo, a Jéssica levou sua flauta transversal, algumas pessoas usaram a flauta doce e foi muito gostoso, sendo que quem não tinha seu próprio instrumento pegou um de percussão. Então tivemos xilofones, metalofones, reco-reco e enfim, foi muito bom... até tivemos alguns regentes!!! Olha só!!! O entrosamento da turma foi ímpar. 
Na segunda parte da aula fizemos com instrumentos de percussão, com a luz apagada, porém demorou para entendermos a proposta do exercício, enfim, a entrega foi menor, mas não menos interessante. 
De verdade, eu nunca me imaginei fazendo esses exercícios de exploração sonora, não sei se um dia colocarei em prática, mas é muito bom, relaxa!!!
Após o intervalo da segunda aula, a proposta foi sonorizarmos uma figura abstrata ou não, no início achei que não conseguiríamos, mas fizemos, e o Isaac propôs, no final, que a turma repetisse a sonorização de uma das figuras propostas. Novamente achei que não conseguiríamos. Estou começando a entender o que o professor Koellreutter dizia: "A improvisação tem que ser organizada, pois não é vale tudismo!!!"